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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Pneu de avião da Gol estoura e aeroporto é fechado em SP



O Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, suspendeu as atividades na tarde desta segunda-feira, 6, após uma aeronave da companhia aérea Gol estourar o pneu durante o pouso. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), não há informação de feridos.
O acidente aconteceu por volta das 15h45, momento em que o terminal foi fechado para retirada do avião e de objetos da pista. Às 16h12, apenas as operações de decolagens foram retomadas em Congonhas.
A Gol foi procurada pela reportagem e disse que está apurando o ocorrido.
Fonte: Exame

Avião faz pouso de emergência no Marechal Rondon

Um avião da Trip Linhas Aéreas precisou mudar a rota, na noite de domingo (5), e pousar emergencialmente no Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, após sofrer uma forte turbulência, que deixou quatro passageiros e uma comissária de bordo levemente feridos.




O avião seguia de Porto Velho (RO) para Confins (MG), com 82 passageiros.





De acordo com informações da assessoria, o piloto da aeronave solicitou à torre, às 17h02, permissão para pousar, a fim de oferecer atendimento médico aos passageiros.




A assessoria negou informações de que o pouso teria sido forçado e afirmou que o avião aterrissou normalmente às 17h40. Os passageiros e a comissária de bordo foram levados ao Hospital Jardim Cuiabá, para receberem atendimento médico e passam bem.




Alguns passageiros foram realocados em um vôo da TAM Linhas Aéreas para darem seguimento à viagem. Outros aguardaram a aeronave da Trip, que decolou novamente para Confins às 20h48.
Fonte: Mídia News


Avião da Vasp é arrematado por R$ 133 mil em São Paulo



Uma aeronave boeing 737-200, que pertencia à massa falida da companhia aérea Vasp, foi comprada por R$ 133 mil em um leilão realizado na capital paulista na última segunda-feira (6), segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. 


O avião, que tinha lance mínimo de R$ 100 mil, não tem mais condições de voar, mas está inteiro. O comprador do avião, cujo nome não foi divulgado, informou que não pretende desmontar a aeronave. 


Ele deve usá-la como um dos brinquedos em uma área de lazer que mantém para crianças na cidade em que vive. 


Além do avião, também foram à leilão quatro lotes de sucatas de aeronaves desmontadas e picotadas. Cada pacote estava avaliado em R$ 30 mil, mas todos foram arrematados com ágio – um por R$ 42 mil; dois por R$ 40 mil e o último, por R$ 36 mil. 


No total, a Justiça arrecadou R$ 291 mil com a disputa. O dinheiro será usado para pagar dívidas – sobretudo as trabalhistas - da empresa aérea, que faliu em 2008. 






inda restam 22 aeronaves que pertenciam à Vasp a serem leiloadas e uma delas, ainda em bom estado e um dos primeiros boeings a voar no Brasil, será comercializada inteira, informou o juiz da 1ª Vara de Falências, Daniel Carnio Costa. 


O patrimônio da Vasp possui ainda cerca de 80 mil peças de aviões antigos, como asas, turbinas, pneus, mesas de refeição, tapeçaria, peças de freios e motor, válvulas de pressão e combustível etc. 


Quem estiver interessado em comprar essas peças deve visitar o Parque de Peças da empresa, localizado no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A visitação será feita, exclusivamente, na próxima segunda-feira (14).
Fonte: R7


Governo arrecada R$24,5 bi com leilão de aeroportos



Grupos nacionais e estrangeiros vão desembolsar 24,5 bilhões de reais para assumir o comando de três dos maiores aeroportos do Brasil, quase cinco vezes o valor mínimo que o governo pedia pelo controle dos terminais de Guarulhos, Viracopos e Brasília.
A concessão dos empreendimentos para a iniciativa privada tem como pano de fundo a forte necessidade de investimentos na infraestrutura aeroportuária do país antes da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que a procura pelos aeroportos brasileiros justifica-se pelo fato de o país ter baixo risco e boas condições de financiamento.
A agressividade de dois dos consórcios vencedores fez com que as disputas por Guarulhos e Viracopos sequer chegassem à fase de ofertas pelo sistema viva-voz em leilão realizado nesta segunda-feira na BM&FBovespa.


A Invepar, a sul-africana ACSA e a UTC Participações ficaram com o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, ao oferecer 16,2 bilhões de reais pelo empreendimento. A Invepar tem como sócios o grupo OAS e os fundos de pensão de empresas estatais Previ, Petros e Funcef.
O preço pago pela concessão do aeroporto mais movimentado do país foi quase 400 por cento acima do preço mínimo definido pelo governo, que era de 3,4 bilhões de reais. A oferta mais próxima da vencedora para Guarulhos foi de quase 12,9 bilhões de reais e nenhum dos 10 interessados que entregaram propostas em envelopes fechados teve ânimo para elevar os lances iniciais.
Originalmente, o leilão dos aeroportos estava previsto para ocorrer em dezembro, mas foi postergado diante do atraso na publicação do edital. O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou aumento significativo dos valores mínimos de outorga, o que levantou temores sobre o retorno do investimento por alguns agentes privados.
O forte interesse visto, porém, não confirmou essas preocupações, com 11 consórcios se apresentando para a licitação.
Empresas de Cingapura, Suíça, África do Sul, Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Argentina e México se associaram a grupos brasileiros para a disputa.
O tráfego de passageiros no mercado doméstico no ano passado aumentou quase 16 por cento, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Desde 2002, a demanda interna por voos quase triplicou. Ainda que venha ocorrendo uma desaceleração do crescimento nos últimos meses, a alta observada ainda é expressiva.
VIRACOPOS E BRASÍLIA
O aeroporto de Viracopos, em Campinas, será operado pelo consórcio Aeroportos do Brasil, que inclui a Triunfo Participações e a francesa Egis Airport. Para arrematar o terminal no interior paulista o grupo ofereceu 3,8 bilhões de reais, ágio próximo de 160 por cento.
Viracopos foi o terminal com menos interessados: quatro grupos entregaram propostas em envelopes e a disputa não seguiu para o viva-voz.
O de Brasília, no Distrito Federal, ficou com o consórcio Inframérica, formado pela Engevix e pela argentina Corporación América, com lance final de 4,5 bilhões de reais -que se compara ao piso de 582 milhões de reais. Foram oito ofertas em envelopes e igual número de lances no sistema viva-voz por Brasília.
O governo da presidente Dilma Rousseff deu largada ao processo de privatização dos aeroportos no ano passado, com a concessão do terminal de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, que ficou com a Inframérica.
A expectativa agora é que outros aeroportos sejam licitados, entre eles o do Galeão, no Rio de Janeiro, e Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.
INVESTIMENTOS
A Infraero, que administra os aeroportos, será sócia dos três aeroportos leiloados com fatia de 49 por cento.
A estatal não terá que arcar com parcela do pagamento da outorga ao governo, segundo informou a Anac. Mas, por ser sócia, a Infraero entrará com parte relevante dos cerca de 16 bilhões de reais em investimentos programados.
Apenas até 2014, ano da Copa, os três aeroportos deverão receber 2,9 bilhões de reais, sendo 1,38 bilhão de reais para Guarulhos, 873 milhões de reais para Viracopos e 626 milhões de reais para Brasília.
"Você encerrou uma etapa e tem que fazer todas as outras. Tem que fazer com que isso ocorra, ou seja, administração eficiente dos aeroportos", disse a presidente Dilma a jornalistas no fim de um evento no Palácio do Planalto.
Os concessionários asseguraram que farão as obras exigidas até o Mundial de futebol. "A gente sabe da responsabilidade de entregar tudo que é previsto até a Copa", disse o presidente da Invepar, Gustavo Rocha.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar até 80 por cento do investimento previsto para os aeroportos.
A concessão do aeroporto de Guarulhos terá 20 anos, enquanto para Brasília e Viracopos os prazos serão de 25 e de 30 anos, respectivamente. Os contratos poderão ser prorrogados uma única vez por cinco anos.
AÇÕES REAGEM NA BOLSA
Na bolsa paulista, a disciplina de capital demonstrada pelas empresas derrotadas no leilão agradou investidores, enquanto a agressividade das vencedoras motivou queda expressiva das ações da Triunfo Participações -que acabou por ser a única entre as listadas na Bovespa a conquistar uma concessão.
Os papéis da Triunfo caíram 3,3 por cento. Já as ações de CCR, Ecorodovias e OHL Brasil terminaram o dia com ganhos entre 2,5 e 5,9 por cento.
O Ibovespa, que reúne as ações brasileiras com mais liquidez, encerrou a sessão praticamente estável.
Fonte: Yahoo

Avião de pulverização agrícola cai na região



Um avião monomotor utilizado para pulverizar eucalipto caiu na noite desta segunda-feira (6) em uma propriedade rural no município de Palestina, região de Rio Preto. A aeronave pegou fogo ao colidir com o chão.
Segundo a Polícia Militar, o piloto conseguiu escapar antes da queda e pediu ajuda em uma rodovia próxima ao local do acidente. Ele foi socorrido pelo Samu com um corte na cabeça, mas reclamava de dores pelo corpo. O piloto foi encaminhado para o Hospital de Base de Rio Preto. Ainda não se sabe as causas do acidente.
Fonte: Diário SP

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Meta da Gol para 2012 é ampliar receitas



Mais importante do que aumentar o market share no mercado doméstico, é manter a lucratividade das operações a partir de um crescimento disciplinado. Essa foi a mensagem deixada por Constantino de Oliveira Jr, presidente da Gol Linhas Aéreas, durante sua participação na Conferência Raymond James Global Airline 2012, em Nova York. Para este ano, a estimativa, segundo o dirigente, é crescer em 5% a demanda de passageiros no Brasil. “Vamos seguir estimulando esse potencial com tarifas competitivas, priorizando a regularidade e pontualidade e incentivando a geração de novas receitas. Nos últimos quatro anos, observamos a entrada de 40 milhões de brasileiros nas viagens aéreas”, declarou. 


Em 2011, a Gol fechou o ano com 35 milhões de passageiros transportados e lucro em caixa de R$ 2,1 bilhões. “Para este ano, esperamos aumentar esse valor de caixa entre 25% e 30%”, anunciou Oliveira Jr, mencionando que o mercado de aviação brasileiro ainda tem oportunidades para crescimento. Nos últimos dez anos, o segmento aéreo no país triplicou. Os investimentos em plataformas de e-commerce também continuarão fortes em 2012. Além dos bilhetes aéreos, a empresa irá expandir as vendas de serviços de turismo como locação de carros e diárias de hotéis. “Também apostamos em iniciativas que reduzam nossos custos. Atualmente, 35% dos passageiros da Gol realizam check in eletrônico. Esse número vem aumentando rapidamente”, garante o presidente. Desse total, 20% fizeram o check in por meio dos totens instalados nos aeroportos e 15% via internet e smartphones. 


Constantino Oliveira Jr citou ainda a boa resposta do serviço de entretenimento a bordo "Gol no Ar" para o incremento das receitas auxiliares da companhia. Até o final do ano passado, 44 aeronaves ofereciam o sistema. Para 2012, a perspectiva é ter esse programa disponível em 85. “Juntamente com o programa Smilles, o serviço de bordo pago e as operações de carga, atingimos uma receita auxiliar de R$ 743 milhões no último trimestre de 2011. Esses serviços já representam 12% do faturamento total da Gol. Até 2015, esperamos que este número alcance 14%”, justificou. Atualmente, o programa Smiles soma 8,2 milhões de membros. 


No mercado internacional, a grande aposta é a aliança estratégica com a Delta Air Lines. Além de manter um integrante da companhia aérea americana no Conselho de Administração da Gol – Ed Bastian, presidente executivo da Delta foi confirmado por Constantino no cargo – as empresas ampliaram code-share, facilitando assim a conexão de passageiros entre o Brasil e os Estados Unidos. “Com a transferência dos contratos de arrendamento de nossa duas aeronaves Boeing 767-300 agora temos uma frota integral de 737-800NG”, completou o dirigente. 


Webjet – O dirigente reforçou que a Gol aguarda para os meses de abril e maio a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a aquisição de 100% da Webjet. “Teremos mais flexibilidade na oferta de voos e uma maior presença nos aeroportos brasileiros com a integração dos slots”, ressaltou Constantino Oliveira Jr, lembrando que junto com a Webjet, a empresa contabiliza 42% do market share nacional. Quanto à extinção da marca Webjet, a Gol ainda não tem uma posição concreta. “Estamos avaliando a decisão que nos possibilite ter uma maior sinergia de resultados”, comentou.


Fonte: Mercado e Eventos


TAM inicia venda antecipada de excesso de bagagem



A companhia aérea brasileira TAM lançou a opção de compra antecipada de excesso de bagagem. O serviço – disponível apenas para voos TAM (com o código JJ) – pode ser solicitado no momento da aquisição da passagem pelo site da TAM (www.tam.com.br) ou até 24 horas antes do voo por meio do call center da empresa, pelos telefones 4002 5700 (capitais) ou 0800 570 5700 (outras localidades). 



Em voos domésticos ou na América do Sul, o cliente pode comprar antecipadamente até 30 quilos além da franquia já inclusa no bilhete (23 quilos), com desconto de 20% sobre o valor do excedente que pagaria no balcão.


Nos voos de e para a Europa e América do Norte é utilizado o sistema de peças. Nestes casos, o cliente pode adquirir antecipadamente até três peças de bagagem extra por passageiro. Apesar de não ter desconto nesses voos, ao adquirir bagagem adicional antes de chegar ao aeroporto, o passageiro torna seu check-in mais rápido e aumenta a comodidade no momento do embarque. 


Se, no momento do check-in, o cliente ultrapassar o peso ou número de peças adquiridos antecipadamente, será cobrado o valor referente ao excesso, sem nenhum tipo de desconto. Caso o excesso comprado não seja utilizado por completo, o restante da franquia não poderá ser reembolsado ou transferido para outro cliente e/ou voo com origem/destino diferente. 


A TAM opera voos diretos para 43 destinos no Brasil e 19 na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa. Por meio de acordos com empresas nacionais e estrangeiras, chega a 92 aeroportos brasileiros e a outros 92 destinos internacionais, incluindo a Ásia.
Fonte: Portugal Digital


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