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domingo, 21 de outubro de 2012

Site da Webjet deixa de existir





Os consumidores que entram no site da Webjet são direcionados para o site da Gol Linhas Aéreas. Isso porque o canal de compras da Webjet deixou de existir, e as vendas das duas companhias foram unificadas.





As passagens aéreas que antes eram compradas pelo site da Webjet agora podem ser adquiridas apenas pelo site da Gol. Desde 13 de dezembro de 2011 já era possível comprar bilhetes da Webjet pelo canal da Gol.


Fonte: IstoÉ










TRIP Seleciona Candidatas para a Vaga de Comissária de Voo







TRIP Linhas Aéreas S.A. é uma companhia aérea brasileira e a maior do segmento regional da América Latina.[1] Com 93 destinos em todas as regiões do Brasil, é a empresa brasileria que atende o maior número de cidades, dentre as quais mais de 30 com exclusividade[carece de fontes]. Tem como hub Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Guarulhos, Manaus e Rio de Janeiro. Conta com a terceira maior frota comercial brasileira, constituida por 58 aeronaves em 4 modelos diferentes: 17 ATR-42, 20 ATR-72, 9 Embraer 175 e 12 Embraer 190.


Em 28 de maio de 2012, foi anunciada a fusão da TRIP Linhas Aéreas com a Azul Linhas Aéreas, surgindo a holding Azul TRIP S/A; controladora das empresas TRIP e Azul, onde, por ora, irão operar separadamente, para após a aceitação da fusão pela ANAC e CADE, formar uma única empresa.





Você quer trabalhar na Trip Linhas Aéreas e colaborar com suas visões, objetivos e metas? Envie o seu currículo agora mesmo para a empresa.





Para se candidatar para as vagas de Comissários, envie seu currículo pelo correio para o endereço:


TRIP Linhas Aéreas S/A
Departamento de Seleção - Currículo de Comissário(a)
Av. Cambacica, 1.200 - Fazenda Anhumas
CEP: 13097-104 - Campinas - SP




No currículo não poderá faltar uma foto 5X7, validade do CCF, número do CPF, escola, data de conclusão do curso, peso e altura.


Fonte:Grupo WEBFLY

































TAM vai ler caixa-preta para saber por que Airbus perdeu turbina em Paris







Os órgãos de investigação de acidentes aéreos de Brasil e França não irão apurar o caso do voo da TAM JJ8055, que fazia o trajeto Paris-Rio no último dia 10 de outubro e teve que retornar ao Aeroporto Charles de Gaulle, na capital francesa, após os passageiros relataram explosão em uma das turbinas.







O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), por julgar que houve "uma ocorrência de menor gravidade”, repassou à TAM a apuração, informou a companhia. O Cenipa irá acompanhar a investigação e receberá relatórios da empresa.










A TAM abrirá as caixas-pretas de dados e de voz da cabine para analisar o que provocou um problema técnico que levou à perda de compressão em um dos motores, que fez com que o Airbus A-330 retornasse a Paris pouco mais de 17 minutos após ter decolado. A viagem até o Aeroporto do Galeão, no Rio, teria cerca de 11 horas e meia. O avião tem 12 anos de fabricação e estava com a manutenção em dia.







De acordo com o Cenipa, o BEA (Bureau d'Enquêtes et d'Analyses), responsável pela segurança aérea na França, afirmou que não classificaria o caso como acidente ou incidente grave, em que mereceria uma investigação.







Segundo a Convenção de Chicago, que regulamenta a aviação civil internacional, é considerado um acidente quando há vítimas ou danos à aeronave e, um incidente grave, quando o ocorrido poderia ter levado a um acidente.










A TAM confirmou que o BEA também não investigará o caso e que repassou a apuração para a empresa. O G1questionou a assessoria de imprensa do órgão francês sobre o caso, mas não recebeu retorno.










O que houve



As informações preliminares obtidas pelos investigadores franceses e brasileiros é que o que houve com o voo da TAM foi um estol (perda) de compressor, que fica dentro da turbina, gerando uma falha no motor da aeronave, o Airbus A-330 de prefixo PT-MVE. Vários fatores podem provocar a perda do compressor, como um problema mecânico, excesso da entrada de gás no escapamento, limite de temperatura, dentre outros.






O avião não perdeu altitude e poderia continuar voando apenas com um motor. Mas, como a travessia do Atlântico exigiria o pleno funcionamento do Airbus, o piloto cortou o motor e retornou ao aeroporto, informou o Cenipa. A TAM diz que repassará suas conclusões sobre o caso ao Cenipa e que seguirá os prazos do Comando da Aeronáutica para envio das informações. O Cenipa fará, no prazo de até um ano, um relatório final sobre o caso.







Explosão na turbina



Passageiros relataram terem ouvido barulhos e uma explosão na turbina direita da aeronave antes das luzes da cabine se apagarem e o comandante avisar que iria retornar.









 "A turbina da direita explodiu. Houve um barulho ensurdecedor. Os passageiros se mantiveram calmos, inexplicavelmente. Não houve pânico, houve choro. O comandante foi de uma habilidade louca porque o avião começou a balançar muito para a direita e para a esquerda, a perder altitude, a virar o bico para baixo e ele, com uma maestria extraordinária, equilibrou e coisa e tal. Ele não disse nada. Julgava-se que o voo seguiria seu curso normal , quando ele avisou: eu perdi a turbina da direita e nós vamos retornar a Paris", contou um passageiro.







A TAM diz que o departamento de Segurança Operacional da empresa, no Brasil, está apurando as causas do ocorrido mediante informações técnicas colhidas nos sistemas de controle da aeronave e com a tripulação. Os dados são passadas aos investigadores de várias formas, até mesmo por meio de sistema wireless, durante o voo, se for necessário, diz a companhia. A leitura dos dados das caixas-pretas é considerado um procedimento normal da empresa, disse a assessoria de imprensa, para avaliar erros ou procedimentos equivocados.










Segundo a TAM, ao pousar no aeroporto francês, “o comandante seguiu todos os procedimentos de segurança e prevenção adotados pela companhia e treinados por todos os pilotos em simulador”. A TAM tem até 30 dias para enviar ao Cenipa um relatório de ação inicial (RAI), com as informações preliminares sobre o caso e o que a empresa fará para evitar que o caso se repita.



Fonte:G1









Pane em avião da TAM assusta passageiros







Cerca de 85 passageiros tiveram que descer de um avião da TAM, na pista do aeroporto de  Rio Preto.


Eles estavam em um Airbus da TAM, que começou a soltar faíscas pela turbina quando se preparava para decolar. O avião seguiria para São Paulo.


A TAM disse, por meio de nota da assessoria, que o voo foi cancelado e os passageiros embarcaram às 23h50, de Rio Preto para Guarulhos, de onde seguiram de ônibus até Congonhas.


Fonte:RedeBomDia







Cuidado com horário de verão se for viajar de avião







Quem vai viajar de avião neste fim de semana deve ficar atento ao horário de verão, que começa hoje à meia-noite e vai até 17 de fevereiro. As companhias pedem que passageiros com voos que tenham como origem a Bahia ou Tocantins liguem com antecedência para confirmar o horário.


Onze estados e o Distrito Federal participarão do horário de verão desta vez. O Ceará está fora. Além das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o Tocantins terá de adiantar os relógios em uma hora no período, enquanto a Bahia - que adotou o novo horário no fim do ano passado - deixa de participar agora.





A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirma que os voos que partem da Bahia precisarão ser adiantados em uma hora. Os que saem de Tocantins terão de ser atrasados em uma hora. A explicação é que o estado baiano deixou a lista dos integrantes do horário de verão muito em cima da hora.





O mesmo aconteceu com a adesão de Tocantins, confirmada só na última segunda-feira. Por isso, as companhias aéreas não teriam tido tempo suficiente para readequar a malha.





De acordo com a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), os passageiros que têm viagem programada para este final de semana devem entrar em contato com a companhia aérea, informar o número do voo e verificar se houve alteração no horário da viagem.


A expectativa de economia no País é de R$ 280 milhões. “O objetivo do horário de verão é se utilizar da maior luminosidade do dia nesse período. Em suma, é uma medida de maior eficiência energética”, disse o secretário de Energia Elétrica do Ministério das Minas e Energia, Ildo Grüdtner.





Segundo os cálculos do Ministério, a redução de consumo de energia no período deve ser de 0,5%, chegando a 4,5% nos horários de pico. O uso de gás também é reduzido. O custo evitado com a necessidade de novos investimentos em usinas térmicas chega a R$ 3 bilhões.





Onde


ENTENDA A NOTÍCIA





Desde 2008, um decreto presidencial estabelece datas fixas para início e término do horário de verão. Neste ano, o relógio deverá ser adiantado em uma hora nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil, além do Tocantins.


SERVIÇO 


Como entrar em contato com o serviço de atendimento ao cliente de sua companhia aérea:


Avianca: www.avianca.com.br / 4004 4040 ou 0300 789 8160


Azul: www.voeazul.com.br / 4003 1118


Gol: www.voegol.com.br / 0800 704 04 65


TAM: www.tam.com.br / 4002 5700 ou 0800 5705700


Trip: www.voetrip.com.br / 4003 1118 ou 0800 887 1118


Saiba mais


A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol, e a luminosidade natural pode ser mais bem aproveitada.





Conforme expectativas do governo, com o horário de verão, será evitado um gasto de R$ 280 milhões com o acionamento de usinas térmicas neste ano para suprir a demanda no horário de pico.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Pane no sistema de check-in da TAM causa transtorno aos passageiros





Uma instabilidade no sistema de check-in da TAM nesta segunda-feira causou longas filas nos guichês da companhia e ainda gera atrasos nos principais aeroportos do País. Segundo a companhia, o problema impediu a impressão dos cartões de embarque e das etiquetas de bagagem até 8h25. Até o sistema voltar, todo o procedimento foi feito manualmente pelos funcionários da TAM.





Fonte: IG





Abear estima prejuízo de R$ 20 milhões para aéreas em Viracopos







As companhias aéreas associadas da Abear – Associação Brasileira das Empresas Aéreas gastaram mais de R$ 20 milhões para indenizar pelo menos 27 mil passageiros com a suspensão de quase 500 voos provocada após um acidente com um avião de carga no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas/SP, que interditou a única pista de pousos e decolagens do aeroporto no final de semana. Segundo informações repassadas pelas empresas à ABEAR, só ontem (16/10), os voos foram regularizados e passageiros, até o momento , ainda estão sendo reacomodados.O avião só foi retirado da pista 45 horas depois do acidente. 







"Mesmo sendo obrigadas a cancelar e remanejar tantos voos, as companhias foram ágeis no atendimento aos passageiros e na solução de problemas", diz Eduardo Sanovicz, presidente da Abear, lembrando que foi a Tam, uma das associadas, que dispunha de equipamento adequado para a remoção do avião. A Azul, maior prejudicada com o acidente, em menos de uma hora após a liberação da pista já tinha reprogramado a rota das quinze aeronaves que estavam em solo e, algumas delas, já estavam no ar.





O Código Brasileiro de Aeronáutica (Art. 91) prevê que as despesas de remoção e liberação do local do acidente com aeronave são de responsabilidade da companhia aérea, no caso, a Centurion, empresa norte-americana proprietária do avião cargueiro modelo MD-11. No entanto, quando a empresa não tomar essas providências, cabe à administração do aeroporto, no caso a Infraero, fazer isso. 




A construção de uma segunda pista nos aeroportos mais movimentados, uma antiga reivindicação do setor, poderia ter evitado ou reduzido os transtornos. O alerta de que situações como esta poderiam vir a ocorrer já vem sendo feito pelas empresas aéreas há mais de dez anos, por meio do SNEA – Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias – que tratava de questões de segurança e operações de voo em nome das aéreas antes da criação da Abear. “Além do aeroporto de Campinas, estamos pleiteando há muito tempo por mais uma pista nos aeroportos mais movimentados do país, como o de Confins, Porto Alegre, Salvador e Curitiba. Nesses dois últimos, as pistas auxiliares são muito curtas para receber a operação dos jatos de grande porte”, explica Ronaldo Jenkins, diretor de Segurança e Operações de Voo da Abear.


Fonte:Mercado e Eventos





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