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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Avião faz pouso forçado no meio da rua na Alemanha

O piloto de um pequeno avião particular fez um pouso de emergência em uma pequena rua no oeste da Alemanha, passando de raspão ao lado de uma casa e um poste de luz, na manhã deste domingo.



Apesar da área ser bastante povoada, ninguém ficou ferido. O piloto, de 47 anos, e seu co-piloto tiveram apenas ferimentos leves.



A rua tem apenas cinco metros de largura. A polícia disse que o avião foi forçado a descer por causa de um problema técnico, mas não deu muitos detalhes. Não há estimativa de danos causados.


Fonte: Surgiu




Anac mantém multa de R$ 3.500 a piloto do jato Legacy

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) manteve ontem a multa de R$ 3.500 aplicada ao piloto norte-americano Joseph Lepore e de R$ 7.000 para a ExcelAire, empresa proprietária do jato Legacy que colidiu com um Boeing da Gol, causando a morte de 154 pessoas em 2006.

O julgamento em segunda instância do processo administrativo contra Lepore e Jan Paul Paladino -que também pilotava o Legacy- aconteceu no Rio de Janeiro. Segundo a Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Vôo 1907, Lepore já pagou a multa.


De acordo com a Anac, a multa foi aplicada porque, diferentemente do informado previamente pelo comandante, Lepore não portava um documento necessário durante o trajeto: a carta de voo, com orientações sobre o percurso.


Dante D'Aquino, advogado da associação de familiares, o pagamento da multa é representativo de culpa. "É um reconhecimento tácito por parte dos acusados de que têm culpa pelas irregularidades que cometeram", afirmou.


A Anac informou que irá encaminhar um ofício à FAA (órgão que regulamenta a aviação nos Estados Unidos), comunicando sobre as decisões tomadas no Brasil para que as punições também sejam providenciadas em território norte-americano.


Também foi encaminhado ao Comaer (Comando da Aeronática), órgão responsável pelo espaço aéreo brasileiro, um pedido de análise das punições cabíveis a Lepore e a Paladino. A associação pede que os pilotos sejam proibidos de voar no Brasil.


Acidente


O Boeing da Gol que fazia o voo 1907 ia de Manaus para o Rio, com previsão de fazer uma escala em Brasília. Ao sobrevoar a região Norte do país, foi atingido pelo Legacy da ExcelAire.

Os destroços do Boeing caíram em uma mata fechada, a cerca de 200 km do município de Peixoto de Azevedo (MT).


Mesmo avariado, o Legacy, que transportava sete pessoas, conseguiu pousar em segurança em uma base aérea na serra do Cachimbo (PA).


O acidente expôs a fragilidade do controle aéreo brasileiro. O assunto deflagrou ainda aberturas de CPIs e investigações da Polícia Federal e Aeronáutica, que concluiu que o equipamento anticolisão do jato foi desligado durante o voo.
Fonte: Ilustrado


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Azul pede à Anac para operar voos diários em Bauru ainda este ano



As aeronaves da empresa têm capacidade para 70 passageiros e o trajeto até Campinas deve durar 50 minutos.



A Azul Linhas Aéreas, que já estudava há algum tempo atuar em Bauru, entrou com pedido junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil)  para ter voos entre Viracopos, em Campinas, e o aeroporto Moussa Tobias (Bauru-Arealva).
Caso a solicitação da empresa seja aceita pela Anac, a empresa deve passar a operar em Bauru em 10 de novembro.
De Bauru para Campinas serão dois voos diários – às 6h e às 14h15 (com exceção dos domingos, quando haverá apenas um). De Campinas para Bauru serão também dois voos diários – às 22h34 e às 12h48 (com exceção dos sábados).
As aeronaves modelo AT72 têm capacidade para 70 passageiros e o trajeto será realizado em aproximadamente 50 minutos. Hoje, Bauru opera apenas com a companhia Gol.
Fonte: Rede Bom Dia



Parlamentar e autoridades em aviação defendem formação de pilotos civis

A necessidade da formação de pilotos civis foi defendida nesta quarta pelo deputado Otavio Leite. Segundo o parlamentar, a formação do piloto de até 150h precisa ser muito estimulada. “Há centenas vocações que se perdem por não ter os recursos necessários à prática; ou seja, as horas de voo indispensáveis ao brevê. E logo depois disso, entre 150h e 500h de voo, para se tornar um piloto absorvível em qualquer companhia, também é preciso apoio”, destaca. 





Em relação ao tema, o coordenador da Faculdade de Ciências Aeronáuticas do Instituto Toledo de Ensino de São Paulo, Edson Mitsuyia, sugeriu que o Ministério da Educação articulasse a criação de um Programa de Financiamento Estudantil para a formação de alunos no setor. “O FIES não contempla quem quer se piloto”, defende. 


Segundo o superintendente de segurança operacional da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), David Faria Neto, grande parte dos pilotos amadores no Brasil deixam de se profissionalizar por falta de condições financeiras de custear as horas de voo. 


Fonte: Mercado & Eventos




Audiência debaterá processos sobre colisão do Legacy com avião da Gol

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional realizará audiência pública para debater o andamento dos processos que apuram a colisão do Jato Legacy 600 com o Boeing 737 da Gol, em setembro de 2006, resultando na morte de 154 pessoas.





A audiência foi solicitada pelos deputados Dimas Ramalho (PPS-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR) e ainda não tem data definida para acontecer. Para o debate deverão ser convidados representantes do Ministério Público Federal, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907 da Gol.


Além de se obter esclarecimentos sobre o tramite do processo administrativo da Anac e da Justiça, a reunião também terá como objetivo identificar quais as providências estão sendo tomadas para a indenização dos familiares das vítimas do acidente.


Colisão
O acidente ocorreu no dia 29 de setembro de 2006, quando o Jato Legacy, da empresa norte-americana de táxi aéreo ExcelAire, seguia no trajeto Brasília-Manaus, em sentido contrário ao avião da Gol, que fazia o voo 1907, a 37 mil pés de altitude, próximo à cidade de Matupá, no Mato Grosso.
Após a colisão, os pilotos do jato conseguiram fazer um pouso de emergência na Base Aérea do Cachimbo, no centro-sul do Pará. Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, que pilotavam a aeronave, saíram ilesos, assim como o jato que apenas teve avarias na ponta da asa esquerda e no estabilizador horizontal.
Os passageiros do Boeing, no entanto, não sobreviveram, e os destroços da aeronave só foram encontrados no dia seguinte, em uma área densa da Floresta Amazônica, na Serra do Cachimbo, região norte do Mato Grosso.
A colisão entre os aviões foi considerada o segundo acidente aéreo mais grave da história da aviação civil brasileira. 


Punição para os pilotosOs pilotos norte-americanos foram condenados a quatro anos e quatro meses em regime prisional semi-aberto, mas a pena foi revertida em prestação de serviços comunitários em uma instituição brasileira nos EUA. Os pilotos e a ExcelAire também foram multados pela Anac em R$ 3,5 mil e R$ 7 mil, respectivamente.


“Apesar de todas as evidências de que o jato executivo causou o acidente, os pilotos do Legacy receberam penas brandas, na visão de muitos juristas, por terem causado a morte de 154 passageiros”, afirmou Rubens Bueno.





Fonte: Câmara do Deputados




terça-feira, 23 de agosto de 2011

Turismo debaterá formação de pilotos civis e política de aviação



A Comissão de Turismo e Desporto realizará nesta quarta-feira (24) audiência pública sobre a política de formação de pilotos civis, o mercado de trabalho atual e a Política Nacional de Aviação. O debate foi proposto pelo deputado Otavio Leite (PSDB-RJ).
“O setor aéreo brasileiro vive um importante e delicado momento. A progressiva demanda que acompanha o crescimento econômico pede ações e investimentos urgentes. O número de voos, aeronaves e passageiros que passam pelos aeroportos brasileiros aumenta a cada dia. A aviação civil precisa de incentivos do Poder Público. Pilotos nacionais temem a possibilidade de abertura do mercado de trabalho para pilotos de outras nacionalidades”, afirma o deputado.
“É extremamente oportuno debater a política de formação de pilotos civis como forma de alertar a sociedade sobre a relevância do setor, pois é imperativo garantir mais vagas a quem aspira seguir a carreira de piloto civil”, acrescenta.
Foram convidados para o debate: - o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt;- o presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Pacheco;- o coordenador da Faculdade de Ciências Aeronáuticas do Instituto Toledo de Ensino de São Paulo, Edson Mitsuyia; - o professor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Universidade Estácio de Sá (RJ) Marcus Reis; - o presidente da Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves (APPA), George Sucupira; - o presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Gelson Dagmar Fochesato; 
- o coordenador do Movimento Ética na Aviação, Marcelo Rates Quaranta.
A reunião será realizada às 15 horas, no Plenário 5.
Fonte: Camara.Gov


Aviões-sucata começam a ser desmontados em Congonhas



Aeronaves não têm mais condições de voar e serão leiloadas. Avaliação judicial estima preço de R$ 30 mil a R$ 50 mil.



Os trabalhos de desmontagem, remoção e armazenamento de peças de aeronaves abandonadas que fazem parte da massa falida da companhia aérea Vasp, no Aeroporto de Congonhas, começou nesta terça-feira. Ao todo, nove aviões-sucata, parados há seis anos, vão ser desmontados.
Foto: AE
Braço mecânico usado na desmontagem de aeronaves em Congonhas
Inicialmente, serão desmontadas quatro aeronaves. A empresa que fará o desmonte foi contratada pela Infraero, por meio de licitação. No prazo de 20 dias o restante dos aviões será desmontado e, em cerca de 60 dias, haverá o primeiro leilão.


Destinação
A ação é resultado do programa Espaço Livre, coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem como parceiros a Infraero, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), Ministério Público de São Paulo, Tribunal de Contas da União (TCU), Procuradoria- Geral da República e Secretaria Especial de Aviação Civil - ligada à Presidência da República. A Vasp teve a falência decretada em 2008, mas os aviões já estavam parados e sem peças há pelo menos três anos antes disso. Ao todo, existem 27 aeronaves da companhia paradas em aeroportos brasileiros.
Em Congonhas, são nove aviões–sucata, sete Boeings 737-200 e dois Airbus A-300. O montante obtido com o leilão das aeronaves será destinado à massa falida da Vasp, ou seja, aos credores da companhia habilitados no processo judicial de falência. Outra possibilidade de destinação de aeronaves são museus, que poderão adquiri-las a preços simbólicos, como o Museu Asas de um Sonho, situado na cidade de São Carlos/São Paulo.
O procedimento para a retirada dos aviões ocorreu da seguinte forma: a Anac fez vistorias de aeronavegabilidade – possibilidade de voar - e deu laudos de completa deterioração dos aviões, que passaram oficialmente a ser considerados sucatas. Estes laudos da Anac serviram para diagnosticar que as aeronaves em questão, já sem turbinas, peças, e até sem trens de pouso, jamais poderiam voltar a voar. Com base nos laudos, o avaliador judicial deu novo preço às aeronaves-sucata, estimados entre R$ 30 e 50 mil.
“A Justiça, que existe para solucionar problemas e não para criar mais, precisou coordenar esforços de vários órgãos, pela complexidade do problema, e, agora, de forma patriótica, vai devolver ao Brasil 10% de todo o espaço do mais movimentado aeroporto do País. Este é o papel do CNJ. Propusemo-nos a algo grande, não só com vistas à Copa de 2014 ou Olimpíadas, mas pelo próprio crescimento da aviação doméstica em quase 25% no ano passado”, diz o Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional, Marlos Augusto Melek.
Fonte: IG


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