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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Qual o combustível utilizado nas aeronaves? Como é calculado o consumo?







Bom, na aviação existem dois tipos de combustíveis: A AV-Gas (Gasolina de aviação) e o JET A-1 (Querosene de aviação, ou Jet fuel – combustível de jato em inglês). A diferença de uso de um para o outro é que a AV-Gas é vendido em pequenos volumes e usado em aeronaves pequenas que não comportam grande quantidade de combustível, geralmente em aviões com motor a pistão parecido com o funcionamento do motor utilizado no nosso carro. Pode aparecer nas cores: vermelho, verde ou a mais conhecida, particularmente a única que vi no Brasil até hoje, a cor azul. Estas cores nada mais são que corantes adicionados ao produto para diferenciar das demais gasolinas. Algumas características que a AV-Gas deve obrigatoriamente possuir é ter boa combustão e elevada octanagem capaz de resistir a altas temperaturas sem explodir. Contém chumbo tetratila e seu uso é proibido em automóveis.





Já o Jet-A1, o nosso querosene para aviação, é um combustível utilizado em grandes volumes consumido principalmente por nossas companhias aéreas nos motores a turbina, seja jato-puro, turboélices ou turbofans. Tem como requisitos: permanecer líquido e homogêneo até a zona de combustão das aeronaves, ter poder calorífico o mais elevado possível, apresentar resistência química e física às variações de temperatura e pressão e ter boas características lubrificantes.


Vale ressaltar que para maior segurança dos usuários da aviação, além dos exaustivos treinamentos que o pessoal do abastecimento recebe, o bocal de abastecimento da AV-Gas é bem diferente do utilizado pelo Jet-A1 sendo que um não encaixa no outro.





Quanto ao consumo das aeronaves


Obviamente não dá pra se calcular o consumo de um avião da mesma maneira que se calcula de um carro, pois as variáveis envolvidas são gigantescas. Entre as variáveis estão pressão atmosférica, temperatura, velocidade e direção do vento, peso bruto, altitude, densidade do ar, entre outras coisas.





Aeronaves de pequeno porte que utilizam da Av-Gas, geralmente são calculadas através do uso de tabelas que confrontam os valores dos dados citados acima com a potencia aplicada. As mais econômicas consomem 25 litros/hora e daí de acordo com o tamanho do motor e sua potencia.


Na aviação comercial de linha aérea, a história é outra. A quantidade de combustível é medida em quilos (kg) e não em litros como se pensa. Uma aeronave de grande porte, num voo entre São Paulo e Paris, é abastecida com 75 toneladas de combustível (75.000 kg). Bastante, não é? Um Boeing 737 utilizado pela companhia aérea GOL consome na primeira hora do voo 3.400 Kg e já em regime de cruzeiro, em voos mais longos, a partir da segunda hora de voo este consumo cai para 2.000 kg.





Vale ressaltar que o combustível é altamente controlado. Antes de o mecânico abastecer a aeronave, ele recebe da companhia abastecedora um laudo contendo a qualidade daquele combustível que será utilizado (Densidade, livre de água e impurezas). Um teste é feito, minutos antes do abastecimento, para saber de há algum vestígio de água.


Fonte: Diário de Araxá.





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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tarifa média dos voos domésticos cai 36% em 10 anos







A tarifa aérea média dos voos domésticos ficou em R$ 272,64 no primeiro semestre, valor 36,2% menor que os R$ 427,16 do mesmo período de 2002.





Desde agosto de 2001, esse tipo de cobrança encontra-se sob o regime de liberdade tarifária -em que as empresas aéreas podem estabelecer livremente os preços a serem oferecidos ao público, devendo apenas efetuar o seu registro na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).





No primeiro semestre deste ano, o valor médio da tarifa aérea doméstica teve redução de 1,1% em comparação com os R$ 275,66 registrados no mesmo período do ano passado.





Já no segundo semestre, a redução na comparação anual foi de 6,2%. O valor médio caiu de R$ 275,77 para R$ 258,59.





Segundo o "yield" tarifa aérea doméstico -indicador que representa o valor médio pago pelo passageiro para voar 1 km em território nacional- o passageiro desembolsou, no primeiro semestre de 2012, a metade do valor (R$ 0,34 contra R$ 0,70) gasto há 10 anos.





No primeiro semestre de 2012, o indicador caiu 2% em relação ao do mesmo período de 2011, quando o valor foi de R$ 0,35.


Fonte: Folhapress







sábado, 10 de novembro de 2012

Conheça a Azul







A Azul Linhas Aéreas Brasileiras mudou o panorama da aviação comercial país. Fundada em 15 de dezembro de 2008, tornou-se a mais bem capitalizada companhia aérea do mundo nas últimas décadas.


Os números não mentem. Hoje com mais de 10% de participação no mercado doméstico, consolida-se como a terceira maior empresa aérea do País, com mais de 400 voos diários. Somando-se às oito linhas de ônibus, são 52 cidades brasileiras atendidas pela companhia.






Atualmente, operamos uma frota de 55 aeronaves: entre eles, os jatos Embraer, sendo 33 de modelo 195 e 10 no modelo 190, além dos turboélices: sendo 4 ATR 72-200 e 7 ATR 72-600. Com uma impressionante marca de mais de 18 milhões de Clientes transportados, a Azul tem o papel estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira.


Somos a única empresa aérea nacional que possui simuladores próprios. A companhia também dispõe da maior média diária na utilização dos jatos Embraer. Além disso, é a única no mundo a equipar 100% de sua frota com HUDs (Head-up Displays) e EFBs (Eletronic Flight Bag) duplos, que aumentam significativamente a segurança nas operações.




O sucesso da empresa é atestado por grandes reconhecimentos nacionais e internacionais. Em 2011, a Azul foi consagrada como a Melhor Empresa Aérea do Brasil pela revista Viagem e Turismo e pela revista Avião Revue; recebeu o prêmio One of the 30 Worlds Hottest Brands pela Advertising Age de Nova York e ganhou o título de Melhor companhia aérea low-cost da América Latina pela Skytrax World Airline Awards.






Empregamos mais de 5 mil brasileiros diretamente e outros milhares indiretamente. Conforme divulgado pela Anac em dezembro de 2011, a taxa de ocupação da Azul é de 81,46% - uma das maiores do mercado brasileiro.


A companhia detém a maior frota de jatos da Embraer (E-jets) da América Latina e uma das maiores do mundo. Em fevereiro de 2012, a Azul anunciou um novo contrato de US$ 478 milhões com a Embraer, o qual prevê mais dez opções de compra a partir de 2015. Se concretizada a compra, a empresa terá 67 jatos, dos quais 57 E-195 e 10 E-190.




Além dos jatos, a Azul também firmou um contrato de US$ 227 milhões com a ATR, fabricante franco-italiana de aviões turboélice, em junho de 2011 para compra de 30 aeronaves modelo ATR 72-600 e mais 10 opções de compra, as quais serão entregues até 2015. Os ATR darão continuidade a expansão da companhia em cidades de menor densidade. Até o final de 2012, a Azul deve receber mais 12 ATR 72-600 e devolver os 6 ATR 72-200, totalizando uma frota de 63 aeronaves, 46 jatos e 17 ATR 600.




Qual o segredo para Azul ser tão bem sucedida?


Manter o respeito, atenção e qualidade de atendimento aos Clientes, além de cultivar a colaboração com nossos agentes de viagens. Nossa missão é tornar as viagens aéreas algo mais humano, fácil e econômico.





Resumo sobre a Azul Linhas Aéreas Brasileiras


Fundador : David Neeleman


Presidente : Pedro Janot


Fundação : 15 de dezembro de 2008.


Destinos: 49. Veja nosso Mapa de rotas


Linhas de ônibus: A Azul opera várias linhas de ônibus executivos, gratuitamente para seus Clientes, para São Paulo, Piracicaba, Sorocaba, Barueri e Santa Bárbara D´Oeste, a partir de Campinas e para Blumenau, a partir de Navegantes. Todos são operados em diversos horários, ao longo do dia. Veja como é fácil !




Aeronaves: 52, sendo :  33 Embraer  195, 10 Embraer 190, 4  ATR 72-200, 7  ATR 72-600.


Clientes transportados : 18 milhões.


Tripulantes-Azul : 5 mil.


Participação de mercado : 10,14%, segundo a ANAC.




Brasil precisará de 1.060 novos aviões em 20 anos







O Brasil  precisará de 1.060 novas aeronaves até 2031 para atender a crescente demanda das empresas aéreas e renovar sua frota, segundo a última previsão divulgada pela Airbus. No total, esses aviões somariam valor de mercado de cerca de R$ 160 bilhões.


A empresa aeronáutica ainda especifica a necessidade por tipos de aviões: são 700 de corredor único, 310 de corredor duplo e 50 aeronaves de grande porte. O mercado de tráfego aéreo doméstico do País é o quarto do mundo, atrás de Estados Unidos, China e Japão.


"O Brasil torna-se, a cada dia que passa, um candidato mais forte para o A380", afirmou em nota Rafael Alonso, vice-presidente executivo da Airbus para a América Latina e Caribe. O "avião gigante" pode levar 525 passageiros na tradicional configuração de três classes.


Fonte: Jornal do Brasil


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Avião faz pouso de emergência porque passageiro não parou de rezar







Na noite desta quinta-feira (8) um avião da United Airlines precisou fazer um pouso de emergência, pois um passageiro se recusou a parar de rezar no corredor da aeronave.


O Boeing 757 saiu de Denver com destino a Washintong DC, nos Estados Unidos, e quando estava próximo a pousar em seu destino um dos passageiros começou a rezar em voz alta e não aceitou interromper suas preces.


Pelos relatos, o homem que não foi identificado além de rezar se comportava de maneira estranha e por isso o piloto precisou declarar situação de emergência. Um jato militar veio escoltar o avião até que ele pousasse.


O homem foi detido, algemado e levado do aeroporto pela polícia onde prestou depoimento. 


Fonte: UOL/Republicação: Tripulantes News






Veja dicas para evitar transtornos com a bagagem em viagens de avião





Malas de viagem para a Argentina que não ocorreu (Foto: Suzana Amyuni/G1)


Chegar ao destino e descobrir que a mala não veio – ou voltar para casa e constatar que os presentes comprados no exterior foram furtados no caminho – são surpresas que podem estragar qualquer viagem.




“Acontece toda hora, com passageiros de qualquer classe: executiva, econômica... A pessoa chega em casa e encontra as caixas de eletrônicos vazias, ou nem consegue passar na alfândega em Guarulhos, pois a bagagem não chega”, diz a advogada Luciana Atheniense, especialista em direito do turismo e responsável pelo site Viajando Direito.


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Apesar de todos os viajantes estarem sujeitos a esses transtornos, Luciana afirma que é possível minimizar os riscos de que eles aconteçam. A seguir, confira dicas que podem reduzir a possibilidade de frustrações na ida e na volta:






Para se prevenir


- Identifique bem a mala, informando nome, endereço e telefone. Faça isso não só por fora, mas também por dentro, pois a etiqueta que fica na alça pode rasgar ou cair.





- Coloque fitas coloridas (curtas, para que não prendam na esteira) ou adesivos que ajudem a reconhecer a bagagem. Muitas malas são parecidas, e é comum que os passageiros se confundam.





- Durante o check-in, verifique se a mala foi etiquetada pelo atendente para o destino final. Evite chegar em cima da hora. Quando o check-in é feito com muita rapidez, aumenta a chance de confusões.




- Guarde bem o ticket de bagagem. Ele será a garantia se algo acontecer com a mala.




- Não despache dinheiro e objetos de valor. Procure leva-los na bagagem de mão. Além de eletrônicos e joias, brinquedos, bolsas e perfumes importados costumam ser alvo quando a mala é violada.


- Uma dica para quando for despachar produtos de valor é fotografá-los já acondicionados na mala. Isso ajudará a comprovar o valor da bagagem caso haja algum problema.


- Quando fizer compras no exterior, guarde as notas fiscais e leve-as na bagagem de mão. Isso ajudará a comprovar o valor dos objetos caso eles sejam furtados ou extraviados. O comprovante do cartão de crédito também ajuda a declarar o preço.




- Se possível, prefira voos sem conexões. A chance de que a mala se extravie é maior quando há troca de avião.





- Coloque uma muda de roupa e objetos de primeira necessidade na bagagem de mão. Isso ajuda a passar o dia quando a mala não chega e é enviada horas depois.




Para remediar


- Se a mala não chegar ou estiver danificada, procure um funcionário da companhia aérea preferencialmente no próprio aeroporto, ainda na sala de desembarque, e registre o ocorrido no Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). É preciso apresentar o ticket da bagagem, mas não deixe esse comprovante com a companhia aérea: apenas informe o número da mala que foi extraviada ou danificada.




- Muitas empresas nacionais se negam a permitir o preenchimento do RIB quando o voo é compartilhado com outra empresa internacional (ou quando, após o extravio da bagagem, a mala é entregue na casa da pessoa por uma empresa terceirizada). Normalmente, a companhia apenas informa ao passageiro que sua queixa foi inserida no “registro interno” da empresa. Segundo Luciana Atheniense, essa negativa é infundada. Se isso acontecer, ela aconselha registrar um boletim de ocorrência, além de enviar uma mensagem eletrônica à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e às duas empresas aéreas envolvidas (a nacional e a internacional).




- Em caso de extravio, a companhia aérea deve localizar a bagagem e enviá-la ao endereço informado pelo passageiro.





- Se a mala tiver sido violada ou algum objeto houver sido furtado, faça um boletim de ocorrência na polícia. Nele, devem constar o número do voo e do ticket bagagem e a lista dos produtos que foram retirados.





- Se descobrir que faltam objetos na mala apenas ao chegar em casa, evite relatar os fatos à companhia aérea somente por telefone. Escrever um e-mail formaliza a questão, e a mensagem pode ser usada como uma prova documental se o caso for à Justiça.





- No exterior, muitas companhias aéreas reembolsam o passageiro pelos gastos que ele teve para cobrir itens de primeira necessidade enquanto a mala não chega. No Brasil, é mais difícil isso acontecer espontaneamente. Se a empresa não oferecer essa assistência, guarde os recibos desses gastos para pedir ressarcimento depois, na Justiça.





- Se a mala for perdida ou violada, pode ser pedida uma compensação na Justiça não somente por danos materiais, mas também por danos morais. “No momento que compra a passagem, o consumidor não quer só ser transportado. Ele confia que vai ser transportado com segurança. Ficar sem a mala no momento em que mais se precisa dela, mesmo que seja por poucos dias, pode ser uma enorme frustração”, afirma Luciana Atheniense.


Fonte: G1 / Adaptação: Tripulantes News





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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Assento Conforto da Tam passa a se chamar Espaço +







Os Assentos Conforto da Tam, que são as poltronas localizadas na primeira fileira e saídas de emergências das aeronaves, agora chama-se Espaço +. De acordo com a aérea, a mudança ocorreu por considerar que a nova nomenclatura descreve melhor o serviço oferecido, uma vez que o Espaço + consiste em assentos com maior distanciamento entre as fileiras, disponíveis para compra em voos domésticos e internacionais.


Fonte: Panrotas





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