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sábado, 3 de dezembro de 2011

Avianca apresenta avião de US$ 40 milhões em SP



A companhia aérea Avianca apresentou nesta quinta-feira no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o primeiro dos quatro Airbus A320 comprados pela companhia por cerca de US$ 40 milhões cada um. Além dos A320, a companhia já havia anunciado a compra de cinco Airbus A318. Com as novas aeronaves a companhia espera aumentar a demanda de passageiros. "Pretendemos aumentar a demanda de passageiros para 5,4 milhões em 2012, o que representa crescimento de aproximadamente 70% em comparação com este ano", afirmou o presidente da Avianca, José Efromovich.
O novo A320 adquirido pela companhia deve entrar em operação no dia 9 de dezembro, com voos de Porto Alegre a São Paulo e Brasília a Recife. A grande novidade da aeronave é o sistema de entretenimento de bordo, com telas nos encostos das poltronas que vai permitir aos clientes assistirem a DVDs, programas de notícias, esportes, além de jogos de vídeo game. "Apesar de pensarmos no aumento da demanda de passageiros, nosso foco não é o market share (disputa de mercado), mas com estes benefícios com certeza vamos atrair mais clientes", afirmou Efromovich.
De acordo com o presidente, a companhia pretende fazer um grande investimento nos próximos cinco anos. "Esperamos estar com uma frota de até 31 aeronaves em 2012 e podemos até aumentar este número, dependendo da demanda. Até 2016 planejamos investir cerca de US$ 1,5 bilhões", concluiu Efromovich.


Fonte: Terra


Reduzida a distância entre aviões



Mais aviões estão no ar ao mesmo tempo no Brasil. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) informou ontem que a distância mínima entre aeronaves passou de dez milhas náuticas para cinco, o correspondente a 9.260 metros. A medida permite, por exemplo, que oitenta aviões voem simultaneamente no espaço aéreo de São Paulo. Antes, a média era de 65.


A nova distância foi apresentada ontem pelo Decea como parte de um pacote antiapagão aéreo do governo federal e será ampliada progressivamente até chegar ao novo limite estabelecido. 


Especialistas garantem que, além de necessária, a medida é segura e está prevista pelas normas da Associação Internacional da Aviação Civil (Icao, na sigla em inglês). "Isso mostra que o Brasil entendeu a alta demanda por melhorias na aviação e se aperfeiçoa nos procedimentos de tráfego aéreo", afirma o piloto e coordenador do curso de Ciências Aeronáuticas da Universidade Estácio de Sá, Marcus Reis.


O Decea diz que a redução foi possível por causa dos avanços na tecnologia de navegação aérea, que hoje trabalha com margem de erro bem menor do que há alguns anos. "Por enquanto, é uma medida necessária nas regiões de tráfego aéreo mais intenso, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Estados do Sul. Queremos dobrar a capacidade de controle de tráfego aéreo nesses locais até 2012", diz o tenente-brigadeiro Ramon Borges Cardoso, diretor-geral do Decea.


Ressalva
O perito Roberto Peterka, que atuou na investigação do acidente da Gol em 2006, explica que é preciso levar em consideração o tamanho das duas aeronaves em sequência para garantir a segurança. "Um avião pequeno precisa estar mais distante de um Boeing 777, por exemplo, porque a chamada esteira de turbulência deixada pelo Boeing pode ser prejudicial à aeronave que vem em seguida", alerta. O Decea diz que já leva isso em consideração na operação normal do tráfego aéreo.


O número de aviões simultaneamente no ar já havia sido ampliado em 2005.
Fonte: O diário / Agencia Brasil

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Grupo WEBFLY: o grande “case” de sucesso de 2011





Aclamado como o melhor e mais badalado centro de qualificação profissional à distância da aviação brasileira, o Grupo WEBFLY fecha o ano de 2011 como o grande “case” de sucesso de meio aeronáutico no país. Surgido no 1º semestre de 2010  como uma despretensiosa rede social, o mega-portal rapidamente evoluiu e se tornou referência de profissionalismo, credibilidade e excelência em diversos segmentos. Para promover os cursos foi criada a WEBFLY Aviation Training, que em conjunto com a loja virtual WEBFLY Shop compõe hoje o complexo de serviços online oferecidos com exclusividade total pelo Grupo WEBFLY aos estudantes e profissionais da aviação.


A receita de sucesso é simples, mas ao mesmo tempo muito rara nos dias de hoje: transparência, ética e obsessão pela qualidade.


Desde julho a WEBFLY Aviation Training atingiu uma marca impressionante: todos os cursos com lotação máxima esgotada. A procura tem sido tão grande, que os coordenadores dos cursos têm agendado turmas extras para atender a demanda.


As grandes sensações da temporada foram os cursos 100% exclusivos “Como Ser Chamado para Seleções e Entrevistas”, “Excelência no Atendimento ao Passageiro” e “Gerenciamento de Comportamentos Inconvenientes em Aeronaves e Aeroportos”. O tradicional Curso Preparatório para Seleções, reconhecido como o melhor do Brasil, continua sendo o mais procurado, e os cursos de Agente de Aeroporto e Inglês para Aviação permanecem sendo uma excelente opção para quem busca ampliar as oportunidades no mercado de trabalho.


Em 2012, muitas novidades


A união com a Melhorando Pessoas, empresa de treinamentos presenciais do renomado professor Alexandre Scoth, veio ampliar ainda mais o espectro de ação do Grupo WEBFLY, que hoje simplesmente não possui mais concorrentes. “Alguns sites nos vêem como concorrentes, e até alegam superioridade no número de membros cadastrados, mas nós não os consideramos concorrentes de forma alguma, pois nossa proposta é totalmente diferente” – afirma o variguiano Rodrigo Rocha, pedagogo, consultor, aeroviário de carreira e instrutor-chefe da WEBFLY Aviation Training.


Em 2012 o Grupo WEBFLY anunciará mais novidades. Há notícia de que duas outras potências do treinamento vão se unir em torno do projeto WEBFLY/Melhorando Pessoas, trazendo novos cursos, novos produtos e serviços cada vez mais exclusivos para a grande comunidade de estudantes e profissionais da aviação.


Para se manter informado, cadastre-se grátis: www.grupowebfly.com.br.




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Funcionários ameaçam entrar em greve



As negociações salariais dos trabalhadores do setor aéreo com as companhias aéreas terminaram em impasse ontem e os sindicatos ameaçam realizar greve neste fim de ano.



Diante do impasse, a última reunião da rodada de negociações, prevista para o próximo dia 7, foi cancelada.


Segundo o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac) Celso Klafke, a categoria foi “surpreendida” com a falta de disposição das companhias para negociar. “Nós diminuímos a nossa pedida salarial e retiramos o estado de greve, mas o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) não quis negociar.”


Os trabalhadores reduziram de 20% para 14% a demanda por reajuste no piso salarial e de 13% para 10% nas demais faixas. O Snea manteve a posição de 3% de reajuste.


“O IBGE divulgou um estudo recente dizendo que as passagens aumentaram 56% este ano e eles as empresas querem repor nem metade da inflação nos últimos doze meses”, disse Klafke.


A Fentac, ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) representa seis sindicatos, entre eles os sindicatos nacionais dos aeronautas e dos aeroviários. A greve pode atingir tanto funcionários que operam dentro dos aviões, como os comissários de bordo, quanto os de terra, como os trabalhadores responsáveis pela movimentação das bagagens. 


Diante do impasse, o sindicato voltou para a condição de estado de greve, o que significa que a decisão de realizar uma eventual paralisação já está previamente aprovada pelos sindicatos.


Segundo Klafke, nos próximos dias, as lideranças dos seis sindicatos vão se reunir com as bases para discutir a data para inicio da paralisação. 


Durante as negociações salariais do ano passado, os trabalhadores foram impedidos de realizar greve por decisão da Justiça do Trabalho. Segundo Kafkle, para não serem surpreendidos por decisões semelhantes, o sindicato está em contato com o Ministério Público do Trabalho.


“Fizemos alguns movimentos preventivos junto ao Judiciário. O que houve no ano passado foi uma ilegalidade”, disse.


Fonte:O Povo


Trip Linhas Aéreas: uma empresa jovem com fôlego e força de veterana



Presidente da Trip revela os números de sucesso da empresa e afirma que os investimentos feitos em Governança Corporativa têm sido fundamentais para os bons resultados .


Presidente da brasileira Trip Linhas Aéreas, José Mario Caprioli, será um dos palestrantes do VI Congresso Brasileiro de Empresas Familiares, que o FBN Brasil - The Family Business Network promove, em São Paulo, dias 28 e 29 deste mês. Ele contará a história de sucesso de uma empresa brasileira que alcançou o posto de maior companhia de aviação regional da América Latina.
Fundada em 1998, a Trip é controlada de forma igualitária pelos Grupos Caprioli e Águia Branca, ambos provenientes da área de transporte rodoviário. Em setembro de 2008, a Trip firmou sociedade com a americana SkyWest Inc, holding detentora das companhias SkyWest Airlines e Atlantic Southeast Airlines, que juntas formam a maior operadora de aviação regional do mundo. Desde então, a empresa não para de prosperar e comemorar os excelentes resultados.


Para José Mário Caprioli, integrante da terceira geração da família, parte do sucesso da empresa se deve aos investimentos feitos em Governança Corporativa nos últimos cinco anos. “A Trip é controlada por três grupos familiares. Mesmo a Skywest, companhia americana de capital aberto e que detém 20% da Trip, tem origem familiar. Investir em governança foi a melhor estratégia para neutralizarmos os possíveis conflitos e buscar os melhores resultados”, afirma o executivo.


Pelo ranking da ANAC, a Trip foi eleita a melhor companhia aérea regional da América do Sul em 2011. Segundo Caprioli, a empresa deverá fechar este ano com um faturamento da ordem de R$ 1,2 bilhão, 60% maior que o do ano passado, e para os próximos anos, o crescimento projetado anual médio é de 50%. Serão 5.3 milhões de passageiros transportados em 2011 contra 3.3 milhões em 2010. Com mais de 450 vôos diários, a cobertura da Trip atinge hoje 85 destinos em 21 estados mais o Distrito Federal e a expectativa da companhia é chegar a 100 destinos em 2013.


Quanto à frota, a empresa contará com mais quatro aeronaves até o final do ano, totalizando 54, entre modelos turbo hélices ATR 42 e 72 e jatos da Embraer 190 e 175. Os números, portanto, comprovam a força de uma empresa ainda bem jovem, com apenas 13 anos, mas com planos de ‘gente grande’ e fôlego para crescer muito mais.


José Mario Caprioli afirma que o foco da companhia continuará sendo a aviação regional, ao contrário de outras empresas que começaram também fazendo vôos regionais, mas optaram posteriormente pelas rotas mais nobres, partindo para uma aviação de caráter mais nacional. “Continuaremos focando naquilo que sabemos fazer melhor, que é a aviação regional, um segmento com enorme potencial no Brasil, uma vez que o país tem crescido muito para o interior”, afirma Caprioli.


Segundo o presidente da Trip, a aviação regional responde hoje no Brasil por um market share de 4,5%, enquanto nos Estados Unidos essa fatia chega a 25%. Ele acredita que em dez anos, ou pouco menos que isso, consigamos elevar este percentual para 10%. Portanto, há muito trabalho pela frente e terreno para ser conquistado e, se depender do presidente da Trip, todos os números acima apresentados em breve estarão superados.


Fonte: Revista Fator

Sindicato dos pilotos mantém greve após reunião com administração da TAP



O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que ontem esteve reunido com a administração da TAP, mantém os oito dias de greve, anunciados para dezembro e janeiro, disse à Lusa fonte sindical.
"O SPAC mantém a greve nos moldes em que foi anunciada", afirmou à Lusa fonte oficial do sindical, escusando-se a acrescentar mais pormenores, nomeadamente a referir o que foi discutido durante o encontro com a administração da companhia aérea.


A Lusa também contactou a TAP, que não prestou declarações.
Fonte: SAPO


Voar de avião fica mais caro



Depois de um ano de guerra tarifária que derrubou os preços das passagens aéreas, as companhias se preparam para iniciar 2012 com bilhetes mais caros, para compensar as altas de custos enfrentadas pelo setor. Mas o movimento, deflagrado pelas maiores companhias, será feito com cautela para evitar que parte da nova classe média suma dos aviões. Atraída pelos preços, essa população inaugurou um novo nicho para o setor.
Os aumentos das tarifas devem se concentrar em horários de pico e nas compras realizadas às vésperas dos voos. Com isso, o peso do aumento deve recair com mais intensidade sobre o passageiro que voa a negócios. Esse público costuma viajar durante a semana, de manhã e no fim da tarde, e dificilmente consegue planejar uma viagem muito tempo antes de embarcar.
Isso não significa, porém, que os viajantes a turismo não terão de começar a planejar a viagem um pouco antes do que estão acostumados. "Vamos continuar oferecendo tarifas competitivas em comparação com os ônibus para quem compra com 60, 30 ou 21 dias de antecedência", afirma Constantino de Oliveira Júnior, presidente da GOL, empresa vice-líder no mercado doméstico.
TAM e Azul, que estão em primeiro e terceiro lugares na lista das que mais transportam passageiros no Brasil, também preveem tarifas mais elevadas, e ressaltam que o aumento deve recair mais sobre a compra de última hora. "As tarifas dos bilhetes adquiridos mais perto dos voos talvez aumentem, porque o combustível subiu", diz David Neeleman, fundador da Azul.


Novos hábitos
Para as empresas, mesmo que a nova classe média tenha de pagar uma parte da conta dos aumentos das tarifas, essa parcela da população não deve desembarcar dos aviões em 2012. Os executivos acreditam que o País está passando por uma mudança de hábito e que quem trocou as rodoviárias pelos aeroportos dificilmente voltará a enfrentar horas de estrada.
 "Nós temos a certeza de que o cliente que substitui o ônibus nunca mais volta", avalia o presidente da TAM, Líbano Barroso. "Há uma mudança de hábito. Não é apenas crença nossa, mas história. Aconteceu nos Estados Unidos no fim da década de 1950, na Europa em 1960 e no Japão a partir de 1970."
Se, por um lado, é pouco provável a volta desse consumidor ao ônibus nas viagens mais longas, nos trajetos mais curtos, como entre o Rio e São Paulo, é possível que parte dos passageiros faça as contas e acabe optando pelo transporte rodoviário. "Numa viagem mais curta, de cinco ou seis horas, as pessoas vão avaliar se realmente vale a pena voar e podem acabar optando pelo carro ou pelo ônibus leito", diz o consultor Allemander Pereira, especializado no setor aéreo.)
Fonte: dgabc
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